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VocĆŖ estĆ” no Modular DailyNews — sua dose diĆ”ria de mercado e inovação.
(Mais travado que grƔfico esperando novo gatilho de liquidez.)

ā˜• Edição #160 — sexta, 19 de dezembro de 2025.

  • 🟄 Bitcoin segue lateralizado perto dos US$ 88 mil: CPI veio melhor nos EUA, mas ETFs voltam a registrar saĆ­das, o JapĆ£o aperta juros e o mercado continua defensivo, sem forƧa pra buscar os US$ 90k.

  • 🟧 Messari lanƧa o Disruption Factor: novo framework muda o jogo na anĆ”lise de L2s, com Arbitrum e Base liderando em fundamentos reais, enquanto boa parte do setor ainda opera em modo experimental.

  • 🟨 Cripto no Brasil entra em fase mais madura: investidor local diversifica mais, aporta mais capital e migra de especulação pura para stablecoins, renda fixa digital e gestĆ£o de risco.

  • šŸ“Š Demanda por Bitcoin perde forƧa — menos compradores novos, preƧo pressionado e cenĆ”rio clĆ”ssico de mercado Ć  espera de um novo catalisador.

  • šŸ‡µšŸ‡¹ VĆ­deo do dia — Alex Crypto: mercado travado, macro ruidoso e a pergunta inevitĆ”vel: ainda dĆ” pra sonhar com Rally de Natal ou o fĆ“lego jĆ” acabou?

  • šŸ•µļø Pepe Holmes — por JoĆ£o Kury: 2025 foi o ano do M&A em cripto — menos promessa, mais consolidação, execução e disputa por infraestrutura + distribuição.

  • šŸ’¬ Piada do dia: Bitcoin nos US$ 88k Ć© tipo reuniĆ£o sem pauta — todo mundo presente, ninguĆ©m decide nada. šŸ˜“šŸ“‰

ā˜•ļø Let’s gole?

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šŸ¦„ Esta edição Ć© apresentada pela Uniswap Labs.
DeFi saiu da bolha: da Kombi na rua ao onboarding onchain, a Uniswap segue aproximando pessoas reais das finanƧas descentralizadas.
šŸ‘‰ Baixe a Uniswap Wallet e fique onchain.

Bitcoin fica travado perto de US$ 88 mil com pressão de venda e ruído macro no radar

O mercado cripto chegou Ć  sexta-feira em modo de espera. O Bitcoin opera na zona dos US$ 87-88 mil após mais uma tentativa frustrada de recuperar US$ 90 mil, enquanto o valor total do mercado ficou praticamente estĆ”vel em torno de US$ 3,06 trilhƵes. Mesmo com o CPI de novembro vindo abaixo do esperado nos EUA — o que, em tese, abre espaƧo para cortes de juros no próximo ano — o sentimento segue defensivo: o Ć­ndice de Fear & Greed permaneceu em ā€œmedo extremoā€, e dados on-chain indicam que holders de longo prazo continuam distribuindo oferta. Ao mesmo tempo, parte do que parece ā€œacĆŗmuloā€ em carteiras grandes pode ser apenas reorganização interna de custodiantes, e nĆ£o entrada lĆ­quida de novos compradores.

O pano de fundo macro também ficou mais complexo com o Japão elevando a taxa para cerca de 0,75%, o nível mais alto em três décadas, e empurrando os juros dos títulos de 10 anos para perto de 2%. O movimento foi amplamente esperado e não gerou choque imediato, mas reforça a leitura de aperto monetÔrio global em paralelo a uma narrativa de alívio nos EUA. No cripto, isso apareceu na forma de fluxos: os ETFs spot voltaram ao negativo, com saídas em Bitcoin e Ethereum, enquanto a alavancagem ainda alta amplificou a volatilidade de curto prazo, com liquidações relevantes no dia. No conjunto, o recado é de mercado sem catalisador claro: melhora marginal na inflação americana, mas ainda com saída de capital em produtos regulados, pressão técnica e um cenÔrio global de juros que continua ditando o humor.

Messari lanƧa o Disruption Factor e muda a forma de avaliar L2s

A Messari publicou o Crypto Theses 2026 e apresentou, como uma das principais novidades do relatório, o Disruption Factor (DF), um novo framework para avaliar redes de segunda camada alĆ©m de mĆ©tricas isoladas ou narrativas de curto prazo. O DF nasce da premissa de que projetos cripto nĆ£o vencem como empresas tradicionais e que sinais relevantes de adoção, como uso real, economia, confiabilidade, integraƧƵes e mindshare, costumam ficar fragmentados. Para resolver isso, a Messari propĆ“s um modelo composto por sete pilares, com mĆ©tricas normalizadas, ajustadas por grau de ā€œgamificaçãoā€ e agregadas em um score Ćŗnico de 0 a 100, totalmente transparente, customizĆ”vel e pensado para anĆ”lise de longo prazo.

Na primeira aplicação do modelo, a Messari avaliou 13 L2s e encontrou um cenĆ”rio de forte concentração no topo. Arbitrum One liderou o ranking com cerca de 70 pontos, impulsionada por economia DeFi durĆ”vel, fluxos lĆ­quidos positivos e adoção institucional por players como Robinhood e Franklin Templeton. Base ficou logo atrĆ”s, com 67 pontos, beneficiada pela distribuição via Coinbase, alto uso, throughput e forƧa narrativa. O OP Mainnet apareceu em terceiro, com 58 pontos, destacando-se por governanƧa madura e pelo mecanismo de financiamento de bens pĆŗblicos, mas ainda sem lideranƧa clara em nenhum pilar individual. A leitura central do DF Ć© que poucas L2s jĆ” demonstram tração estrutural e embedment fora do nicho cripto, enquanto a maioria ainda opera em estĆ”gio experimental. Para a Messari, o framework desloca o debate de ā€œqual chain tem a melhor históriaā€ para ā€œquais fundamentos realmente estĆ£o se consolidandoā€, oferecendo uma lente mais rigorosa para empresas, investidores e usuĆ”rios avaliarem durabilidade no ecossistema.

Investidor brasileiro ā€œprofissionalizaā€ o cripto em 2025 — mas o interesse do pĆŗblico geral migra para a Bolsa

O relatório ā€œRaio-X do Investidor de Ativos Digitais 2025ā€, do Mercado Bitcoin, sugere uma mudanƧa clara de perfil: o investidor mĆ©dio entrou em modo planejamento. O aporte mĆ©dio por cliente no ano chegou a R$ 5.700, o volume total negociado avanƧou 43% e a diversificação cresceu 18% (mais gente alocando em mais de um ativo). Do lado do ā€œnovo dinheiroā€, a base atĆ© 24 anos aumentou 56%, com preferĆŖncia por instrumentos de menor volatilidade: stablecoins tiveram expansĆ£o de mais de 3x no volume e a Renda Fixa Digital cresceu 108%, com a plataforma reportando mĆ©dia de 132% do CDI e R$ 1,8 bilhĆ£o distribuĆ­dos em RFD no ano. O ranking de negociação reforƧa o padrĆ£o: Bitcoin segue na frente, USDT aparece como segundo ativo mais negociado, com Ethereum em terceiro e Solana em quarto; e um detalhe comportamental chama atenção: a segunda-feira concentra o maior nĆŗmero de investidores e o maior volume, sinal de organização de carteira no comeƧo da semana.

Ao mesmo tempo, um levantamento do buscador Yubb aponta um contraste relevante no ā€œtopo do funilā€: em novembro, aƧƵes e fundos de aƧƵes lideraram as buscas de investimentos no Brasil (impulsionados por um Ibovespa forte no ano), enquanto criptoativos caĆ­ram para a 10ĀŖ posição entre os mais procurados. Em outras palavras: dentro do cripto, o usuĆ”rio parece mais maduro e mais defensivo (stablecoins/RFD); fora dele, o interesse de massa foi capturado pela narrativa de renda variĆ”vel tradicional. Isso ajuda a explicar por que stablecoins ganham espaƧo como ā€œinfra financeiraā€ no dia a dia, enquanto a curiosidade popular sobre cripto como aposta direcional pode oscilar com o preƧo e com a concorrĆŖncia de outras teses de retorno.

šŸ”“ A demanda por Bitcoin estĆ” perdendo forƧa

Esse grÔfico mede algo simples: se mais pessoas estão comprando BTC ou se o interesse estÔ esfriando. A Ôrea azul mostra o crescimento da demanda ao longo do tempo. Quando ela sobe, o preço tende a acompanhar. Quando começa a cair, significa que menos novos compradores estão entrando no mercado.

Neste ciclo, o Bitcoin subiu apoiado em trĆŖs grandes ondas de demanda spot. A terceira — a mais recente — comeƧou forte, mas desde o inĆ­cio de outubro jĆ” roda abaixo da tendĆŖncia histórica. Isso nĆ£o significa queda imediata, mas indica um cenĆ”rio clĆ”ssico em que o preƧo fica travado ou pressionado enquanto o mercado espera um novo gatilho de liquidez.

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šŸ’¬ Sem gente nova comprando, o grĆ”fico cansa antes da perna šŸ˜“šŸ“‰

šŸ¦„ DeFi na rua e onchain de verdade: a semana da Uniswap šŸ¦„šŸ©

Instagram post

A Uniswap saiu do digital e foi pra rua. Em SĆ£o Paulo, o time colocou uma Kombi pop-up na cidade, distribuindo donuts e conversando com quem queria dar os primeiros passos no DeFi. Uma forma leve e direta de mostrar que finanƧas descentralizadas nĆ£o sĆ£o só código — sĆ£o pessoas. Take a bite. Stay onchain.

A ação continua ✨

Depois de dois dias conversando com pessoas em diferentes pontos da cidade — universidades, parques e atĆ© o movimentado centro financeiro da Faria Lima — a iniciativa segue agora online. O foco Ć© apresentar a Uniswap Wallet como uma porta de entrada simples para quem estĆ” comeƧando em cripto e DeFi.

A ideia Ʃ direta: uma carteira fƔcil de usar, pensada para onboarding, que dƔ para recomendar com confianƧa. Quem baixa a Uniswap Wallet, faz o claim do nome de usuƔrio gratuito e passa a fazer parte da comunidade oficial da Uniswap no Brasil.

DeFi is good for the world.

2025 foi o ano do M&A em cripto

Menos promessa. Mais consolidação.

Se você acompanha o mercado cripto, muito provavelmente percebeu que esse ano ocorreu vÔrias aquisições de projetos e empresas cripto por gigantes no mercado, mas isso não aconteceu do nada. Ele jÔ vinha sendo sinalizado em 2024, quando o capital ficou mais seletivo, o custo de operar infraestrutura aumentou e o mercado começou a abandonar, pouco a pouco, o hype como motor de crescimento. Ao longo de 2025, isso deixou de ser tese para virar prÔtica: deals começaram a sair com frequência, empresas relevantes foram sendo absorvidas e a consolidação passou do discurso para a execução.

No começo do ano, jÔ havia quem apontasse para isso. Analistas e fundos comentavam que o ritmo de M&A em cripto tinha voltado a acelerar em 2024 e que 2025 deveria marcar uma virada mais clara, impulsionada por maior previsibilidade regulatória, maturidade do setor e o retorno de fintechs e players Web2 ao jogo. Não demorou muito para essas projeções começarem a se confirmar.

Enquanto os preços decepcionavam e a narrativa pública esfriava, o mercado se organizava por baixo dos panos. O resultado foi um dos anos mais ativos em M&A da história recente do mundo cripto, com mais de US$ 8 bilhões em fusões e aquisições e 100+ transações anunciadas ou concluídas ao longo de 2025. Em poucos meses vimos volumes maiores do que anos inteiros do ciclo anterior.

A consolidação não veio com euforia.
Veio com decisões difíceis, integração e execução.

Isso não é um detalhe.
Ɖ um sinal claro de maturidade.

Os movimentos que definiram o ano

Acompanhar algumas aquisiƧƵes ajudam a entender que tipo de consolidação aconteceu em 2025, e, principalmente, para onde o mercado estĆ” olhando quando decide comprar em vez de construir. Perceba que grande parte dos nomes nas aquisiƧƵes sĆ£o grandes corretoras ou empresas ā€œjĆ” estabelecidas".

A maior delas veio da Coinbase, que comprou a Deribit por cerca de US$ 2,9 bilhƵes. NĆ£o Ć© só o maior M&A do ano. Ɖ uma mensagem clara: o centro de gravidade estĆ” em derivativos, institucional e mercados globais, nĆ£o em varejo especulativo.Ā 

A Kraken seguiu um caminho parecido ao adquirir a NinjaTrader (uma das principais plataformas de trading de futuros e derivativos regulados nos EUA). por aproximadamente US$ 1,5 bilhão. Entrada direta em futuros regulados nos EUA, comprando de uma vez licença, distribuição e base de usuÔrios. Movimento típico de quem jÔ passou da fase experimental.

Do lado da Ripple, o ano foi ainda mais explícito. Primeiro com a aquisição da Hidden Road (~US$ 1,25 bilhão), uma prime brokerage institucional. Depois com a compra da GTreasury (~US$ 1 bilhão), software de gestão de tesouraria corporativa. Juntas, essas operações deixam claro que a Ripple estÔ se posicionando como infraestrutura financeira completa para instituições, muito além da narrativa original de pagamentos.

A Coinbase tambĆ©m avanƧou em outra frente ao adquirir a Echo (valor reportado entre US$ 300–400 milhƵes), uma infraestrutura para fundraising onchain e criada por ninguĆ©m menos que o OG dos OGs, Cobie. Menos foco em launchpads, mais em capital formation e pipelines institucionais, pensando em uma experiĆŖncia melhor atĆ© para o varejo.

JƔ a MoonPay comprou a Helio (infraestrutura de pagamentos cripto para apps e merchants), por cerca de US$ 175 milhƵes, reforƧando uma tese que segue viva: pagamentos cripto continuam sendo um dos ativos mais disputados do setor, especialmente quando integrados diretamente a apps e merchants, como no ecossistema da Solana.

Além dessas, dezenas de aquisições menores, muitas sem valores divulgados, aconteceram longe dos holofotes, envolvendo custódia, compliance, token management, adtech cripto e tooling para desenvolvedores. Menos manchete, mais infraestrutura.

Em alguns casos, especialmente quando os projetos adquiridos jÔ tinham token, essas operações também reacenderam discussões importantes sobre enforcement real, governança e a legitimidade da relação entre tokens, Labs e Fundações por trÔs de projetos. Casos como o da Axelar deixaram claro que, à medida que o mercado amadurece, M&A passa a testar não só estratégias de negócio, mas também os limites jurídicos e estruturais do mercado cripto.

O padrão por trÔs das aquisições

Quando se olha o conjunto, o padrão fica difícil de ignorar.

Em 2025, infraestrutura venceu apps, mas não só isso. O que realmente foi comprado foi infra + distribuição. Quase nenhuma grande aquisição foi um consumer app movido a hype. O capital foi direcionado para infraestrutura crítica combinada com acesso a mercado: licenças, bases de usuÔrios qualificadas, canais institucionais e produtos com receita clara.

B2B venceu narrativa. As empresas mais visadas no ano vendem para instituições, traders profissionais, empresas ou outros protocolos. Mais do que uma boa história, elas jÔ tinham clientes, contratos e fluxo recorrente.

E, talvez o ponto mais importante: receita venceu promessa. Whitepaper não entrou na conta. Entraram caixa, usuÔrios ativos, volume real e previsibilidade. Em um mercado mais maduro, isso deixa de ser diferencial e passa a ser pré-requisito.

Nada disso Ć© sinal de fraqueza.
Ɖ exatamente o comportamento esperado de um setor que comeƧa a se organizar como indĆŗstria.

2024 preparou o terreno. 2025 executou.

Em retrospecto, fica claro que esse ciclo de M&A jĆ” era esperado.

Em 2024, vimos o capital ficar mais caro e seletivo. Empresas cortando custos ou encerrando operaƧƵes. Infraestrutura ficando complexa demais para crescer só ā€œbuildandoā€ e distribuição ficando cara demais para conquistar do zero. Ao mesmo tempo, o discurso migrava de hype para B2B, stablecoins, RWAs e institucionais.

O passo seguinte era lógico.

2025 não foi o ano da surpresa, foi o ano em que quem sobreviveu forte começou a comprar.

O que isso sinaliza para 2026

Esse ciclo de consolidação não encerra uma fase. Ele prepara a próxima.

Entramos em 2026 com um mercado diferente: menos empresas tentando fazer tudo ao mesmo tempo e mais stacks integrados, completos e pensados desde o início para operar em escala institucional. Também vemos menos experimentos eternos e mais produtos com dono claro, estratégia definida e caixa para sustentar execução.

Isso muda bastante coisa.

Para builders, o jogo fica mais exigente. Não basta construir algo tecnicamente bom, é preciso pensar em distribuição, encaixe estratégico e como aquele produto se conecta a um stack maior.

Para investidores, muda ainda mais. Avaliar cripto passa menos por narrativa isolada e mais por entender onde estão os gargalos reais de infraestrutura, go-to-market e integração.

E, para quem acompanha o setor de forma estratégica, uma coisa ficou clara em 2025: entender quem compra quem, por quê e para quê passou a ser tão importante quanto entender protocolo, token ou roadmap.

Porque, no fim, é nas compras e vendas (M&A), e não no hype, que o mercado costuma deixar mais explícito onde realmente acredita que o futuro estÔ sendo construído.

Pepe Holmes é a coluna de opinião da DailyNews, escrita por builders e entusiastas do universo cripto. As ideias expressas são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, a visão da Modular Crypto.

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Modular Crypto

šŸŽ„ Rally de Natal Ć  vista? Alex Crypto analisa o cenĆ”rio

šŸ‡µšŸ‡¹ No vĆ­deo mais recente direto de Portugal, Alex Crypto investiga uma das grandes dĆŗvidas do momento:
o mercado vai embalar um Rally de Natal… ou jĆ” ficou sem fĆ“lego?

Entre dados macro, movimentaƧƵes institucionais e sinais tƩcnicos, ele compartilha o que estƔ observando para fechar 2025 com lucidez (ou cautela).

Como sempre, com opiniƵes afiadas, sem hype e com leitura crƭtica do que realmente importa no mercado.

šŸ“ŗ E vocĆŖ? Acha que vamos ter um rally de Natal?

šŸŽ„ Natal Modular 2025

O ano estÔ chegando ao fim e a Modular quer abrir espaço para relembrar o que foi construído junto com a comunidade ao longo de 2025. Eventos, encontros, aprendizados e oportunidades que só existiram porque as pessoas estavam ali.

A proposta Ć© simples:

šŸŽ Usar o template de Natal da Modular
šŸ’­ Compartilhar o que vocĆŖ viveu com a Modular em 2025
šŸ¤ Um evento marcante, uma conexĆ£o, um aprendizado ou um momento importante

Para participar, marque a Modular Crypto, use a hashtag #NatalModular2025 e conte a sua história.

Vamos fechar o ano celebrando tudo o que construĆ­mos juntos.

šŸ”„ Pra vocĆŖ puxar assunto no happy hour:

šŸ”„ Mineração & Tesourarias

Metaplanet vai lanƧar ADR patrocinado para investidores OTC nos EUA
— Porta de entrada aberta, narrativa internacional.

šŸ“Š ETFs & Mercados

Christine Lagarde pressiona avanço do euro digital após manter juros
— Stablecoin privada incomoda, CBDC corre atrĆ”s.

šŸ›ļø Regulação & TradFi

Senado confirma Michael Selig como novo chair da CFTC
— Cripto ganhou regulador titular.

Bybit relanƧa plataforma cripto no Reino Unido
— Volta com compliance no bolso.

šŸ’³ Stablecoins & Tokenização

Intuit vai integrar USDC da Circle em plataformas financeiras
— Stablecoin entrando no software de contabilidade.

SoFi lança stablecoin em dólar via banco próprio
— Stable bancĆ”ria para liquidação institucional.

Kalshi leva liquidez de prediction markets para a TRON
— Wall Street encontrando blockchain barata.

šŸ¦„ Infra, DAOs e DeFi

Debate esquenta por BIP-360 pós-quântico no Bitcoin
— O medo nĆ£o Ć© hoje, Ć© 2026.

Aptos propõe assinaturas pós-quânticas opcionais
— Prevenção antes do pĆ¢nico.

Ethereum nomeia upgrade pós-Glamsterdam como ā€œHegotaā€
— Roadmap 2026 comeƧando a ganhar forma.

Infinit adota agentes de IA para ā€œprompt-to-DeFiā€
— Texto vira estratĆ©gia financeira.

🚨 Crimes on-chain

šŸ‡§šŸ‡· Brasil on-chain

Setor cripto reforƧa seguranƧa e reduz fraudes no Brasil
— Compliance virou vantagem competitiva.

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Antes de terminar, gostaríamos de lembrar que o conteúdo discutido aqui é estritamente informativo e destinado a fomentar a discussão geral. Não deve ser interpretado como recomendação financeira, fiscal ou conselho de vida para qualquer indivíduo. Encorajamos fortemente que você faça sua própria pesquisa e consulte profissionais qualificados.

Sua dose diĆ”ria de mercado e inovação ā˜•ļøĀ 

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