🔲 Ethereum Bate Recorde & Pendle Reformula Token

Staking bate recorde histórico, Pendle ajusta tokenomics, NFTs seguem vivos e stablecoins seguem expandindo liquidez.

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Edição #168 - terça, 20 de janeiro de 2026.

🟥 O Ethereum atinge recorde histórico de US$ 120 bilhões em staking, com cerca de 30% da oferta circulante bloqueada, reduzindo liquidez disponível e reforçando o papel do staking como pilar estrutural do ecossistema.

🟧 O Pendle aposenta o vePENDLE e lança o sPENDLE, eliminando locks longos, adotando staking líquido com retirada em 14 dias e reformulando a tokenomics para priorizar eficiência, recompras e sustentabilidade de longo prazo.

🟨 NFTs seguem vivos e sustentados por colecionadores de alto patrimônio, segundo Yat Siu, com o mercado operando em escala menor, mais madura e baseada em capital paciente, não em especulação de curto prazo.

📊 Stablecoins batem novo topo histórico, alcançando cerca de US$ 311 bilhões em capitalização, sinalizando expansão estrutural da liquidez que alimenta pagamentos, DeFi e entrada de capital no mercado cripto.

📺 Vídeo do dia - Guerra Financeira no Radar: AlexCrypto analisa o impacto das tarifas de Donald Trump contra a Europa, o risco de escalada macro e como bitcoin, altcoins e fluxos de capital tendem a reagir em um cenário de tensão global.

🕵️ Pepe Holmes - por Bonis: como a Pudgy Penguins deixou de ser apenas um NFT e se transformou em uma marca global, usando distribuição no mundo real, licenciamento e cultura como motor de adoção.

💬 Piada do dia: liquidez não dorme, só muda de forma.

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Ethereum atinge recorde de US$ 120 bilhões em staking

Ethereum alcançou um novo marco histórico ao ultrapassar US$ 120 bilhões em ETH bloqueados em staking, com cerca de 36,1 milhões de moedas travadas, o equivalente a aproximadamente 30% da oferta circulante. Esse volume reduz de forma significativa a quantidade de ETH disponível para venda imediata, apertando a liquidez do mercado e ampliando o impacto de novos fluxos de compra sobre o preço. Além disso, as regras de saída do staking funcionam por meio de filas estruturadas, o que evita despejos instantâneos de grandes volumes nas exchanges.

O recorde reflete o avanço do interesse institucional, impulsionado por ETFs de Ethereum e grandes plataformas de custódia que direcionam bilhões de dólares para posições de longo prazo. Esse movimento fortalece a tese de escassez de oferta e reforça a relevância do staking como pilar estrutural do ecossistema Ethereum. Ainda assim, analistas destacam que a dinâmica de preços segue condicionada à continuidade desses fluxos e ao cenário macroeconômico global, especialmente em um ambiente de juros elevados e maior sensibilidade a choques externos.

Pendle aposenta vePENDLE e lança sPENDLE para tornar staking líquido e mais eficiente

O protocolo Pendle anunciou o sPENDLE, um novo token de staking líquido que substitui o vePENDLE e elimina os bloqueios de vários anos, adotando um período de retirada de apenas 14 dias. A mudança reformula a tokenomics do protocolo: até 80% da receita passará a ser usada para recompras de PENDLE, distribuídas aos detentores ativos de sPENDLE. Além disso, o sistema manual de votação será trocado por um modelo algorítmico de emissões, reduzindo as emissões em cerca de 30% e melhorando a eficiência na alocação de incentivos entre pools.

A transição começa em 20 de janeiro, com o staking de sPENDLE, e em 29 de janeiro os novos locks de vePENDLE serão pausados. Detentores atuais de vePENDLE receberão um boost exclusivo de até 4x em sPENDLE, calculado com base no tempo restante de lock, como forma de recompensa pela lealdade. Segundo a equipe, a mudança corrige problemas históricos do modelo anterior, como baixa participação, complexidade excessiva e má alocação de emissões e busca tornar o Pendle mais simples, líquido e sustentável no longo prazo, sem abrir mão da governança descentralizada.

NFTs não morreram: colecionadores ricos seguem sustentando o mercado, diz Yat Siu

Apesar da forte queda em relação ao pico de 2021 e 2022, o mercado de NFTs segue vivo, impulsionado por colecionadores de alto patrimônio, e não por especuladores de curto prazo. Essa é a avaliação de Yat Siu, cofundador da Animoca Brands, em entrevista durante a conferência CfC St. Moritz.

Segundo Siu, existe hoje uma comunidade consolidada de compradores que adquire NFTs para manter, e não para revender. Ele compara esse comportamento ao de colecionadores tradicionais de arte, carros de luxo ou relógios raros, grupos movidos por identidade, status cultural e senso de pertencimento, e não apenas por retorno financeiro.

Mesmo com vendas mensais distantes do auge superior a US$ 1 bilhão, o mercado ainda movimenta cerca de US$ 300 milhões por mês, um patamar relevante para um setor que simplesmente não existia há poucos anos. Entre os exemplos citados estão aquisições públicas de NFTs como Bored Apes e terrenos do metaverso Otherside por investidores bilionários.

Siu admite que seu próprio portfólio de NFTs acumula perdas expressivas, mas reforça que esses ativos nunca fizeram parte de uma estratégia de curto prazo. Para ele, NFTs de alto valor funcionam como ativos culturais de longo prazo, e não como instrumentos puramente especulativos.

O executivo também comentou o cancelamento do evento NFT Paris, atribuindo o episódio não a um colapso do setor, mas a um ambiente regulatório mais hostil na França e na Europa, além de preocupações crescentes com segurança após casos recentes envolvendo executivos do setor cripto.

Na visão de Siu, o hype passou, mas o mercado entrou em uma fase mais madura, menor e mais concentrada, sustentada por capital paciente e colecionadores convictos.

🟢 Stablecoins batem novo topo l DefiLlama

O gráfico mostra a capitalização total das stablecoins crescendo de forma consistente desde 2024 e alcançando cerca de US$ 311 bilhões, um novo recorde histórico. A curva deixa claro que não é um pico isolado: após a correção de 2022–2023, o mercado retomou tração e acelerou forte em 2025. O USDT domina com cerca de 60%, concentrando a maior parte da liquidez.

Por que isso importa agora: stablecoins costumam funcionar como combustível do mercado cripto, usadas para pagamentos, DeFi, arbitragem e entrada de capital. Historicamente, quando a oferta de stablecoins cresce, o ecossistema ganha fôlego para absorver mais atividade e volatilidade. O gráfico sugere expansão estrutural, não apenas rotação defensiva.

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Pudgy Penguins: como um NFT virou marca global 

Por Bonis

Pudgy Penguins é um dos melhores exemplos de como um projeto on-chain pode ultrapassar barreiras de adoção e se tornar uma marca de consumo. A coleção foi lançada em julho de 2021, no auge do mercado de NFTs, mas o verdadeiro ponto de virada aconteceu após a aquisição por Luca Netz em abril de 2022, quando a estratégia passou a priorizar revitalização, expansão de marca e crescimento via produtos físicos e licenciamento, transformando o projeto em algo muito maior do que um ativo digital.

Em maio de 2023, essa tese começou a se provar na prática. Os brinquedos da Pudgy Penguins, inicialmente vendidos apenas online, tiveram forte demanda na Amazon e geraram cerca de 500 mil dólares em vendas em questão de dias. O desempenho acelerou a entrada no varejo físico: em setembro do mesmo ano, os produtos chegaram ao Walmart, uma das maiores redes do mundo, com preços acessíveis e distribuição massiva. Em pouco tempo, os brinquedos estavam presentes em mais de 2.000 lojas, alcançando público mainstream, e após a consolidação do desempenho a linha foi expandida para mais de 3.000 lojas.

O diferencial estratégico sempre foi a proposta “phygital”, integrando físico e digital. Os produtos físicos funcionam como porta de entrada para o Pudgy World, o universo digital da marca, oferecendo itens personalizáveis para uso no ambiente on-chain. O ponto central é que essa experiência foi desenhada para incluir pessoas fora do cripto: é possível conectar uma wallet, mas também criar uma conta apenas com e-mail, tornando a jornada parecida com a de qualquer produto digital tradicional.

Além disso, a marca construiu distribuição e reconhecimento também na Web2. Pudgy Penguins consolidou uma presença forte no Instagram, com mais de 2 milhões de seguidores e conteúdos virais que amplificaram a identidade da marca. Para avançar ainda mais no público mobile, lançou um jogo no estilo “party royale”, uma categoria popular, com títulos como Fall Guys e Stumble Guys, mas com um diferencial, personagens com identidade forte e skins que viram NFTs com utilidade e vantagens dentro do jogo. Disponível na Play Store e App Store, o jogo ultrapassou 1 milhão de downloads em cerca de um mês e meio, reforçando a capacidade da marca de competir fora do nicho cripto.

A cultura Pudgy também saiu do varejo e avançou para o mundo institucional. A marca ganhou visibilidade em palcos tradicionais como a Nasdaq e se associou publicamente a nomes relevantes do mercado financeiro, como a VanEck. Esse movimento reforça a leitura de que Pudgy Penguins já opera como marca, e não apenas como “coleção de NFTs”. Na mesma linha, a Canary Capital protocolou um ETF ligado ao token PENGU, incluindo também exposição aos NFTs da coleção, um sinal claro de como o projeto passou a ser interpretado como ativo com relevância além do setor cripto.

Mais recentemente, a colaboração com o Manchester City consolidou esse posicionamento. Ao lançar uma coleção exclusiva de colecionáveis, a marca conectou dois públicos massivos: usuários do mundo on-chain e milhões de fãs de um dos maiores setores globais de esporte e entretenimento. Além do alcance, esse tipo de parceria cria exclusividade, urgência e demanda, gerando atenção em escala global.

No fim, a principal lição que Pudgy Penguins deixa para o setor é simples: empresas cripto não deveriam construir apenas para usuários atuais de blockchain. O caminho mais forte é expandir para fora da bolha, criar distribuição real, consolidar marca no mundo tradicional e usar o on-chain como infraestrutura e diferencial, não como limite de público.

Pepe Holmes é a coluna de opinião da DailyNews, escrita por builders e entusiastas do universo cripto. As ideias expressas são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, a visão da Modular Crypto.

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Hoje, a NYSE tem o orgulho de anunciar o desenvolvimento de uma plataforma para negociação e liquidação on-chain de valores mobiliários tokenizados.

A nova plataforma digital da NYSE permitirá experiências de negociação tokenizadas, incluindo operações 24/7, liquidação instantânea, ordens denominadas em valores em dólar e financiamento baseado em stablecoins. (continua no post)

NYSE

GUERRA FINANCEIRA NO RADAR

📺 No novo vídeo, AlexCrypto destrincha o impacto das tarifas lançadas por Donald Trump contra a Europa e o risco real de uma guerra financeira escalando entre grandes blocos. O papo passa pelas reações imediatas dos mercados globais, pressão nas bolsas e o efeito dominó que isso pode gerar na economia.

A análise também entra no que mais interessa para quem está posicionado em cripto como bitcoin, altcoins e fluxos de capital tendem a se comportar em um cenário de tensão macro, resposta agressiva da União Europeia e aumento de incerteza global. Menos manchete e mais leitura prática do risco.

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